ProvéRbios 30
falta-me inteligência suficiente para poder considerar-me um homem.
não tenho o entendimento
de um ser humano.
nem tenho conhecimento do Santo.
pode descer de novo de lá?
Quem é que alguma vez conseguiu reter os ventos na sua mão
ou guardar as águas sob as suas vestes?
Quem estabeleceu os limites da Terra?
Qual é o seu nome ou o do seu filho?
Sabê-lo-ás?
Quem ajuntou nas mãos os ventos?
Quem embrulhou as águas em sua capa?
Quem fixou todos os limites da terra?
Qual é o seu nome,
e o nome do seu filho?
Conte-me, se você sabe!
ele é um escudo real para os que nele encontram refúgio.
é comprovadamente pura;
ele é um escudo para quem
nele se refugia.
para que não venhas a ser repreendido e acusado de falsidade.
do contrário, ele o repreenderá
e mostrará que você é mentiroso.
antes que eu morra:
depois, que não me dês nem pobreza nem riqueza;
dá-me o bastante para as minhas necessidades.
a falsidade e a mentira;
não me dês nem pobreza nem riqueza;
dá-me apenas o alimento necessário.
“Mas afinal quem é o Senhor?”
Por outro lado, se vier a empobrecer,
a miséria pode levar-me ao roubo e a desonrar o nome de Deus.
eu te negaria e te deixaria,
e diria: ‘Quem é o Senhor?’
Se eu ficasse pobre, poderia vir a roubar,
desonrando assim o nome do meu Deus.
para que não te rogue pragas, por causa dessa tua má ação.
do contrário, o servo o amaldiçoará,
e você levará a culpa.
e não bendizem a sua mãe.
e não abençoam sua mãe;
mas que nunca chegaram a lavar-se da sua imundície.
e que ainda não foram
purificados da sua impureza;
que olha os outros sempre de sobrancelhas levantadas.
e olhar desdenhoso;
com dentes afiados como cutelos.
e cujas mandíbulas
estão armadas de facas
para devorarem os necessitados desta terra
e os pobres da humanidade.
que nunca dizem: “Basta!”
Como a sanguessuga que sempre clama
“Dá-me! Dá-me!”
‘Dê! Dê!’, gritam elas.
“Há três coisas que nunca estão satisfeitas,
quatro que nunca dizem: ‘É o bastante!’:
o inferno,
a madre estéril,
uma terra seca
o fogo.
a terra, cuja sede nunca se aplaca,
e o fogo, que nunca diz: ‘É o bastante!’
ou quem despreza a obediência devida à sua mãe,
acabará com os olhos arrancados pelos corvos
e devorados pelas crias de águia.
e, zombando, nega obediência à mãe,
serão arrancados pelos corvos do vale,
e serão devorados
pelos filhotes do abutre.
e há até uma quarta que eu não compreendo:
misteriosas demais para mim,
quatro que não consigo entender:
o caminho duma serpente deslizando nas rochas,
o caminho dum navio no alto mar
e o desenvolvimento do amor entre um homem e uma moça.
o caminho da serpente sobre a rocha,
o caminho do navio em alto mar,
e o caminho do homem com uma moça.
que depois de pecar procura recompor-se dizendo:
“Mas que mal é que eu fiz?”
ela come e limpa a boca, e diz:
‘Não fiz nada de errado’.
capazes de transtornar toda a Terra e que se tornam insuportáveis:
e quatro ela não pode suportar:
um insensato que tem comida de sobra,
o insensato farto de comida,
uma escrava que toma o lugar da sua senhora.
que por fim se casa,
e a escrava que toma o lugar
de sua senhora.
mas que possuem um entendimento maravilhoso:
e, no entanto, muito sábios:
mas que sabem guardar no verão a comida para o inverno;
contudo, armazenam sua comida no verão;
mas que têm inteligência para construir as suas habitações nas rochas;
contudo, habitam nos penhascos;
sabem voar organizados em enxames;
contudo, avançam juntos em fileiras;
mas que conseguem entrar nos palácios dos grandes senhores.
apanhar com as mãos,
contudo, encontra-se nos palácios dos reis.
que têm um porte e uma conduta admiráveis:
quatro que se movem com passo garboso:
e não foge de ninguém;
o bode
e o chefe duma nação a quem ninguém deve resistir.
e o rei à frente do seu exército.
ou se começaste a tramar o mal,
é melhor calares-te.
e exaltou-se a si mesmo,
ou se planejou o mal,
tape a boca com a mão!
e o esmurrar do nariz provoca sangue,
assim também a explosão da cólera gera disputas.
produz manteiga,
e assim como torcer o nariz
produz sangue,
também suscitar a raiva
produz contenda”.